Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin

Tecnologia nacional melhora absorção defósforo no solo e amplia produtividade do milho em até 23,6%, diz Cogny

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
(Foto: Divulgação)

Solução baseada em microrganismos, desenvolvida em conjunto com a Embrapa Milho e Sorgo e utilizada em várias regiões do país, aumenta a eficiência das lavouras à medida que o nutriente se torna mais acessível às plantas

São Paulo, XX de Janeiro – Ensaios de campo realizados no Brasil mostram
que o uso de microorganismos capazes de tornar o fósforo mais acessível às
plantas pode ampliar de forma consistente a produtividade do milho em
diferentes regiões e condições de cultivo. Desenvolvido como um bioinsumo, o
solubilizador de fósforo melhora a absorção desse nutriente pelas raízes,
permitindo incremento de até 23,6% na produtividade, com ganhos observados
tanto em áreas de alta quanto de baixa fertilidade do solo.

Ensaios conduzidos ao longo de cinco anos agrícolas em Santo Antônio de
Goiás (GO) e Sete Lagoas (MG) por pesquisadores da Embrapa Milho e Sorgo,
indicam que os incrementos médios chegaram a 930 quilos por hectare em
áreas com alto teor de fósforo e a 1,6 tonelada por hectare em áreas com baixo
teor, reforçando o potencial da tecnologia como ferramenta de manejo
nutricional em distintos sistemas produtivos.

Além do impacto direto sobre a produtividade, os estudos também confirmaram
a solubilização de fósforo através da qualidade nutricional de grãos de milho.
Segundo dados de artigo publicado por Oliveira-Paiva e colaboradores (2024),
em áreas de maior fertilidade o incremento médio no teor de fósforo nos grãos
chegou a 36,5% com o uso de solubilizador. Em áreas com baixa
disponibilidade do nutriente, o avanço médio foi de 20,3% no período de cinco
safras agrícolas.
O engenheiro agrônomo Dr Bruno Agostini Colman, gerente de Produtos e
Dados Agronômicos da Cogny, ecossistema que integra as empresas de

biotecnologia Simbiose e Bioma, informa que os expressivos resultados se
repetem em outros trabalhos, o que reforça a estabilidade da tecnologia em
diferentes contextos produtivos.
“Os números ajudam a explicar porquê essa tecnologia vem sendo
rapidamente adotada por produtores e porquê gera impacto financeiro
relevante no agronegócio”, analisa. “Hoje, já são dezenas de milhões de
hectares tratados, com expansão do uso em culturas como soja, milho, feijão e
cana-de-açúcar.”
Estudos liderados por consultorias e instituições de pesquisa em diferentes
regiões produtoras do país também revelam que os ganhos observados em
ambientes experimentais se replicam em condições reais de campo. Em
localidades do Sul ao Centro-Oeste, os incrementos de produtividade do milho
chegam a variações de 8,5 a 26,4 sacas por hectare quando comparados às
áreas não tratadas, em diferentes sistemas produtivos.
“Esses números evidenciam não apenas o potencial agronômico da tecnologia,
mas também sua capacidade de gerar retorno econômico direto ao produtor,
validada por múltiplos agentes técnicos e em diferentes realidades agrícolas do
Brasil”, diz o engenheiro agrônomo MSc Ivan Carlos Zorzzi, líder de Agronomia
da Cogny.
De acordo com os especialistas, o solubilizador possui em suas composições
microorganismos exclusivos (especificamente as cepas B119 e B2084) que
atuam na rizosfera das plantas promovendo a solubilização do fósforo. Em
condições naturais, esse nutriente permanece preso em formas não
disponíveis no solo, tornando-se inacessível às culturas agrícolas.
Entre as características identificadas nos estudos científicos, estão a produção
de biofilme, exopolissacarídeos (EPS), fosfatases, sideróforos e ácidos
orgânicos. Esses fatores contribuem para aumentar a mobilidade e a absorção
do fósforo pelas plantas, mesmo em condições reais de campo, em solos,
climas e níveis de fertilidade variados. Para Zorzzi, os resultados reforçam a
importância de práticas integradas de manejo nutricional. “O uso de
solubilizador representa um componente estratégico para elevar a
produtividade do milho de forma sustentável e economicamente viável no
contexto da agricultura moderna no Brasil.”

Sobre a Cogny
A Cogny é o maior ecossistema brasileiro de insumos biológicos de iniciativa privada
voltado ao agronegócio, que reúne as empresas Simbiose, Bioma, Biagro, Biograss e
Biojet. Com DNA em tecnologia e inovação, possui um amplo portfólio de produtos do
País e a maior capacidade produtiva de inoculantes do mundo. A companhia tem
quatro plantas industriais, localizadas nos estados do Rio Grande do Sul, Paraná e
Goiás, além de 17 centros de distribuição no Brasil com atuação também na
Argentina. A Cogny atua em parceria com a Orygen, o maior centro privado de
pesquisa e desenvolvimento de microbiológicos do Brasil voltado para o agronegócio.

INFORMAÇÕES À IMPRENSA

AGÊNCIA BLUE CHIP
www.agenciabluechip.com.br
(11) 99151-1820
Virgílio Amaral
virgilio.amaral@agenciabluechip.com.br
Denise Carvalho
dcarvalho@agenciabluechip.com.br