Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin

Produção de cenoura no verão requer gestão de risco para ganhar previsibilidade

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Cenoura Solar F1, da TSV Sementes
Agristar do Brasil

Produzir cenoura durante o verão brasileiro é, cada vez mais, um exercício de gestão de risco. Temperaturas elevadas, chuvas irregulares e períodos de alta umidade criam um ambiente mais desafiador para a cultura, enquanto o produtor precisa conciliar produtividade, sanidade e a crescente exigência do mercado por raízes uniformes e de padrão comercial. 

Nessas condições, produzir mais não é, necessariamente, sinônimo de maior resultado econômico. A qualidade da produção e o percentual de raízes efetivamente aproveitadas ao longo da cadeia também pesam na conta. “O desafio hoje é buscar produtividade, mas com estabilidade e qualidade. O produtor precisa pensar não apenas no volume colhido, mas no quanto dessa produção realmente se transforma em produto comercial”, afirma o especialista em bulbos e raízes, Samuel Sant’Anna. 

Durante o verão, a combinação entre calor, chuva e umidade favorece o desenvolvimento e a disseminação de doenças, como o complexo de queima-das-folhas, associado a patógenos como Alternaria dauci, Cercospora carotae e Xanthomonas hortorum pv. carotae, além dos nematoides. Embora os sintomas se manifestem principalmente na parte aérea, especialmente nas folhas, seus efeitos podem comprometer o desenvolvimento das raízes, reduzindo a produtividade no campo. 

Após a colheita, a cenoura ainda passa por etapas como transporte, lavagem, classificação, embalagem e distribuição. Ao longo dessas etapas, características como tamanho, formato, uniformidade e aparência influenciam diretamente o aproveitamento comercial. Raízes fora do padrão podem resultar em descarte ou menor valorização. 

“Existe uma diferença importante entre produtividade por hectare e produção comercial por hectare. Uma lavoura pode produzir bem e, ainda assim, apresentar perdas quando parte das raízes não atende aos padrões exigidos pelo mercado”, destaca Sant’Anna. 

Além da produtividade e da qualidade, a eficiência operacional também ganhou peso na equação do cultivo. A pressão por eficiência tem acelerado a mecanização, especialmente diante da escassez de mão de obra e da necessidade de ganhar agilidade nas operações. Nesse processo, características agronômicas e a arquitetura das plantas tornam-se cada vez mais relevantes. “A evolução da genética acompanha a transformação do sistema produtivo e da colheita da cenoura, que se torna progressivamente mais mecanizada”, afirma. 

Diante desse cenário, a genética se consolida como uma ferramenta de gestão de risco. Ela não elimina os efeitos do clima nem substitui o manejo adequado, mas pode reduzir a exposição do cultivo aos principais riscos ao reunir características que favorecem maior estabilidade produtiva. 

É nessa perspectiva que se enquadra a cenoura Solar F1, híbrido de verão da TSV Sementes. Desenvolvido para condições mais desafiadoras, o material reúne alta resistência ao complexo de queima-das-folhas e alta tolerância ao ataque de nematoides, associadas a características de qualidade e padronização das raízes. 

Com raízes cilíndricas, pele lisa e brilhante, coloração interna alaranjada intensa, coração pequeno e excelente fechamento de ombro e ponta, a Solar também apresenta uniformidade e alto rendimento no lavador. O porte ereto e a folhagem vigorosa são outras características alinhadas às crescentes demandas por eficiência operacional. 

Sobre a TSV Sementes:    

A TSV Sementes atua no mercado de sementes de vegetais há mais de duas décadas e se tornou referência na comercialização de cultivares híbridas e de polinização aberta.    

Para mais informações acesse: www.tsvsementes.com.br    

Siga a TSV Sementes nas redes sociais    

Facebook: https://www.facebook.com/tsvsementes    

Instagram: @tsvsementes